noites que nestes tempos severos parecem mais escuras.
Baila o tempo, cantarolante, vindo em longos passos.
A máscara persiste neste rosto de amor cansado.
Um diamante, uma rosa deixada a chuva.
Tão belo ser, sem beleza alguma.
Bailam os corvos abaixo da lua.
Baila o amor que apodrece sozinho.
Chora o velho homem sobre a mesa,
Que vê escorrer sua existência inteira
em uma gélida gota de vinho.
Bira L. Silva

Excelente a escolha das palavras... representou bem o estilo!
ResponderExcluirMeus parabéns, Birão!
Quero ver os curtas, hein!?